Amor que não se cansa de amar!

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sábado, 26 de fevereiro de 2011


Os objetos litúrgicos 



             È preciso sempre distinguir, no objeto litúrgico, no seu uso, dois aspectos: um prático e o outro simbólico. O primeiro se ordena à ação material que ele deve pôr em prática, o segundo nasce do significado da própria ação. Um objeto adquire sua eloqüência e valor artístico pela autenticidade e preciosidade do material empregado, pela coerência com a função prática, pela logicidade e conveniência das dimensões em relação ao ambiente.



Altar e Toalha
É a ara antiga dos sacrifícios e a mesa do banqute eucarístico; é a peça mais importante do edifício cristão. Deve ser de material sólido e fixo. Ele representa o próprio Jesus na Liturgia. O altar é o próprio cordeiro crucificado. A toalha do altar deve reduzir-se ao tamanho da mesa (parte superior) ou cair dos lados para não decepar o altar e, assim ignorarmos o símbolo mais importante do edifício cristão. Antes do concílio Vaticano II, usavam-se três toalhas que eram deixadas e usadas permanentemente, pois eram celebradas muitas missas, cada sacerdote devia celebrar a sua. Muita vezes, o altar era um depósito cheio de velas, flores, cálice... Hoje, sabemos que há uma só toalha que se confunde com o corporal.


Ambão
Lugar alto de onde se proclama e anuncia; no nosso caso, a palavra de Deus. Deve ser de material firme, igual ao altar, e a sédia, fixo, nobre e apenas um, pois uma só é a palavra de Deus. Aí são feitas as leituras, é proclamado o evangelho e, se desejar a homilia. Não é estante para os comentaristas, avisos etc. Bom lembrar que é uma peça sacramental como o altar e a sédia, e com destinos definidos para a ação litúrgica. Aí ou na sédia veneram-se os santos evangelhos.


Âmbula, Píxide ou Cibório
Vem de cibus (latim) alimento, seu primeiro formato foi de um cestinho de vime, lembrando cestos de pão. Depois foi uma espécie de cofre ou caixa. Hoje, para ser mais facilmente manipulado na distribuição da comunhão, é de metal ou outro material, com ou sem pé, e uma tampa. Não é consagrado, só Bento. Âmbula quer dizer "grande" e Píxide "pequena". O nome correto seria Cibório


Cálice
O cálice com a patena são os vasos sagrados mais importantes pois nos remetem ao mandatum novum (nova aliança) do Senhor, tem suas raízes na páscoa judaica. Esses objetos São consagrados pelo bispo com o santo óleo do Crisma, como o altar, e devem ser tocados com respeito. O cálice já foi de vidro, madeira, cerâmica, marfim, pedra esculpida com duas ou sem alças. Já foi bem grande e com muitos enfeites inúteis como no período barroco. Hoje novamente pequeno e sóbrio como os primeiros (de 0,18 a 20cm de altura) deve ser de metal dourado (ao menos o interior da copa e em três partes: a copa, o nó central para segurá-lo e o pé para sustentá-lo).



Corporal
Vem do latim corpus e evoca o corpo de Cristo. É uma pequena toalha. Na realidade é a própria toalha que cobre todo o altar que com o tempo, por escrúpulos, transformou-se tão pequena que parece um guardanapo. Sua função é a de servir á eucaristia, colocando-se sobre ele o cálice e a patena para proteger as sagradas espécies que porventura caírem neste espaço.



Manustérgio 
Toalha usada para purificar as mãos antes, durante e depois do ato litúrgico.






Pala 
Como uma tampa de linho branco, serve para ser colocada sobre o cálice e a patena para protegê-los.



Sangüineo 
Reservado exclusivamente para a purificação do cálice e da patena após a comunhão, e para o comungante enxugar os dedos e os lábios e o cálice após encostar a boca.









Sédia (ou cátedra)
Sédia vem do latim "cabeça" e Cátedra "cadeira". Nas catedrais recebe o nome de Cátedra e, é ocupada somente pelo bispo; é louvável toda a diocese ter muito amor pela Cátedra. Nas outras igrejas recebe o nome de Sédia e, é ocupada pelo presidente da celebração. Com o ambão e o altar deve ser do mesmo material, sólido e fixo (pois pertence ao Cristo) ao presbitério. Deve ser colocada na ponta oposta a porta de entrada, no fundo da ábside. Daí ele senta para ouvir a leitura; preside e conclui a celebração (somente a oração eucarística é presidida do altar.); se desejar a homilia.




Cruz Processional 
Usada nas procissões, á frente de qualquer cortejo. Deve permanecer em lugar nobre no presbitério. Em torno de 0,40 a 0,50 cm, de qualquer material e uma haste de mais ou menos 2 m. Terá a figura do Cristo morto ou, preferencialmente, ressuscitado, glorioso ou, apenas cinco pedras que indiquem as cincos chagas, dando-lhe o caráter de estandarte da vitória. Ela marca o lugar dirigido exclusivamente pelo vitorioso. Faz parte dos elementos principais do presbitério com o altar, ambão e sédia.









Galhetas
São vasos de vidro ou prata que servem para a conservação dos santos óleos, para o vinho canônico e para a água a serem usados na missa.


Incenso
É símbolo da prece como no Salmo 140,2: "Como incenso suba a ti minha prece..."
Sempre foi usado no oriente cristão, e no ocidente tornou-se habitual após o século V. Desde o antigo Egito é meio para o além, para a divindade. No judaísmo, adoração e sacrifício. È função do sagrado, de uma unção para Deus que se incensa em forma de cruz (sacrifício), de uma maneira circular (pertença) sobre as ofertas, cadáveres, túmulos etc...


Lavabo
Jarro com água e bacia. É usado na missa toda vez que o presidente, ministro ou acólito deve manusear o Santíssimo Sacramento ou outro elemento sacro, o sacerdote ainda lava as mãos depois de ministrar sacramentos que se utilizam dos Santos Óleos (Batismo, Crisma, Unção dos Enfermos, Ordem presbiteral e episcopal). Deve ficar na credencia o tempo todo.


Livros Sagrados
(Missal, evangeliário, lecionário, martirológio, pontifical).
Os livros usados nas celebrações litúrgicas são sinais e símbolos das realidades celestes na ação litúrgica e, como tal devem ser dignos, decorados e belos."O missal contém o rito da missa, o Evangeliário, os evangelhos dominicais, o Lecionário, as leituras para todos os tempos litúrgicos, o martirológio, a celebração da memória dos santos, e o pontifical todas as celebrações presididas pelo bispo.



Menorá
È o castiçal de origem hebraica, usado sempre na igreja. Caiu em desuso com a perseguição da inquisição. Após o Vaticano II, retoma seu seu sentido no símbolo do Espírito Santo, com sete braços, os sete dons, deve ser usado no presbitério substituindo as velas do altar ou na frente do ambão.








Naveta
Pequeno recipiente para guardar o incenso, é usada junto com o turíbulo. A forma graciosa que os artistas lhe deram, como de nave, faz derivar o seu nome.






Ostensório
Usado para expor o Santíssimo sacramento para bênçãos e procissões. Tudo começou com a devoção de olhar para a hóstia consagrada, pois acreditava-se na idade média de ter poderes medicinais, com o crescimento da devoção foi incluído no ritual romano.






Patena
No princípio, a patena era uma bandeja grande, de qualquer material, para conter o pão consagrado, que depois seria repartido entre os fiéis. Com a introdução das partículas e cibórios, a patena serve hoje, só ao celebrante. Não é a tampa do cálice, mas pequena bandeja em forma de prato raso.

Denis Ricardo - Comunidade Parresia
Rodrigo Alves - Formador Comunidade Parresia


Fonte:http://comunidadeparresia.blogspot.com

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Banda Canal da Graça - Clipe: Anjo Guardião (HD)

“Senhor, escuta a minha oração, e chegue até vós o meu clamor. Não oculteis de mim a vossa face no dia de minha angústia. Inclinai para mim o vosso ouvido. Quando vos invocar, acudi-me prontamente”. (Salmo 101,1-3).
Oração num momento de aflição:
Meu Deus eu me sinto tão impotente, vem ser a minha Força. 
Eu sinto uma perda como se tirasse o chão dos meus pés,
vem ser minha Rocha firme,

Onde eu possa construir a minha vida.
O meu coração é habitado pelas dúvidas e incertezas,
vem Senhor, ser meu consolo e minha segurança.

Meu Deus, eu me sinto tão sozinho, que nenhuma pessoa poderia preencher esse vazio.
Vem e derrama sobre mim o fogo do amor do Teu Santo Espírito .
Só o Teu amor pode me curar neste momento, vem Senhor,
com Tuas Santas mãos toca-nos e seremos renovados.

Meu Senhor, eu não consigo parar de chorar, vem consolar o meu pranto.
Recolhe as minhas lágrimas num odre, para que nenhuma delas se perca. 

Deixa-me colocar a cabeça no Teu peito como fez São João, 
e repousar, ouvir Teu coração. 

Coloca-me nos ombros como a ovelha encontrada pelo Bom Pastor. 
Quero ouvir tua voz: “Filho porque choras?”. 
_Não sei onde colocaram o meu Senhor. 
Ouvir a Tua voz como Maria Madalena e perceber que não havia te perdido, 
Estavas dentro de mim e eu Te buscava fora. 
Neste momento preciso de Maria, Tua mãe. 
Posso ouvir a tua voz dizendo: “Filho, eis ai a tua mãe, mãe eis ai o teu filho!”. 
Quero neste dia ficar no colo de Maria, como o Senhor ficou depois da cruz. 
O colo de Maria e o Teu consolo é isso que eu quero agora Senhor! 

E o Senhor me diz: “Não temas Eu estou contigo!”. Amém

Fonte: Blog canção nova/Padre Luizinho.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011





Festa da Cátedra de São Pedro. É com alegria que hoje nós queremos conhecer um pouco mais a riqueza do significado da cátedra, do assento, da cadeira de São Pedro que se encontra na Itália, no Vaticano, na Basílica de São Pedro. Embora a Sé Episcopal seja na Basílica de São João de Latrão, a catedral de todas as catedrais, a cátedra com toda a sua riqueza, todo seu simbolismo se encontra na Basílica de São Pedro.
Fundamenta-se na Sagrada Escritura a autoridade do nosso Papa: encontramos no Evangelho de São Mateus no capítulo 6, essa pergunta que Jesus fez aos apóstolos e continua a fazer a cada um de nós: "E vós, quem dizei que eu sou?" São Pedro,0 em nome dos apóstolos, pode assim afirmar: "Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo". Jesus então lhe disse: "Feliz és tu, Simão, filho de Jonas, porque não foi nem a carne, nem o sangue que te revelou isso, mas meu Pai que está no céus, e eu te declaro: Tu és Pedro e sobre essa pedra edificarei a minha Igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela; eu te darei a chave dos céus tudo que será ligado na terra serás ligado no céu e tudo que desligares na terra, serás desligado nos céus".
Logo, o fundador e o fundamento, Nosso Senhor Jesus Cristo, o Crucificado que ressuscitou, a Verdade encarnada, foi Ele quem escolheu São Pedro para ser o primeiro Papa da Igreja e o capacitou pelo Espírito Santo com o carisma chamado da infalibilidade. Esse carisma bebe da realidade da própria Igreja porque a Igreja é infalível, uma vez que a alma da Igreja é o Espírito Santo, Espírito da verdade.
Enfim, em matéria de fé e de moral a Igreja é infalível e o Papa portando esse carisma da infalibilidade ensina a verdade fundamentada na Sagrada Escritura, na Sagrada Tradição e a serviço como Pastor e Mestre.
De fato, o Papa está a serviço da Verdade, por isso, ao venerarmos e reconhecermos o valor da Cátedra de São Pedro, nós temos que olhar para esses fundamentos todos. Não é autoritarismo, é autoridade que vem do Alto, é referência no mundo onde o relativismo está crescendo, onde muitos não sabem mais onde está a Verdade.
Nós olhamos para Cristo, para a Sagrada Escritura, para São Pedro, para este Pastor e Mestre universal da Igreja, então temos a segurança que Deus quer nos dar para alcançarmos a Salvação e espalharmos a Salvação.
Essa vocação é do Papa, dos Bispos, dos Presbíteros, mas também de todo cristão.

São Pedro, rogai por nós! 

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

CNBB critica "baixo nível moral" na TV e em reality shows






O Conselho Episcopal Pastoral da CNBB (Consep) divulgou uma nota no final da tarde desta quarta-feira, 16, manifestando-se sobre o “baixo nível moral que se verifica em alguns programas das emissoras de televisão”.  Os bispos citam especialmente os reality shows “que têm o lucro como seu principal objetivo”.




Após destacar a importância da TV para a sociedade brasileira, reconhecida pelo prêmio "Clara de Assis de Televisão", promovido pela CNBB anualmente, os bispos lamentam que “serviços prestados com apurada qualidade técnica e inegável valor cultural e moral” sejam “ofuscados” por programas como os reality shows.


Para os bispos, os reality shows “atentam contra a dignidade da pessoa humana, tanto de seus participantes, fascinados por um prêmio em dinheiro ou por fugaz celebridade, quanto do público receptor que é a família brasileira”.


A nota se dirige tanto às TVs quanto ao Ministério Público, aos pais, mães,  educadores, anunciantes e publicitários, e convida todos a refletir sobre sua responsabilidade em relação à qualidade dos programas na televisão.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Padre Pio de Pietrelcina


A GRANDEZA DO SACERDÓCIO
São João Maria Vianney – o Cura d’Ars

"O sacerdote é um homem que ocupa o lugar de Deus, um homem que está revestido de todos os poderes de Deus".

"Deve-se olhar o sacerdote, quando está no altar, como se fosse o próprio Deus".

"O sacerdote é alguém muito grande! Deus obedece-lhe: diz duas palavras e Nosso Senhor desce do céu".

"Se eu encontrasse um sacerdote e um anjo, saudaria o sacerdote antes de saudar o anjo. Este é o amigo de Deus, mas o sacerdote ocupa o Seu lugar".

"O sacerdote só se compreenderá bem a si próprio no céu".

"Ides confessar-vos à Santíssima Virgem ou a um anjo. Poderão absolver-vos? Dar-vos-ão o Corpo e o Sangue de Nosso Senhor? Não, a Santíssima Virgem não pode fazer descer o seu divino Filho à hóstia. Duzentos anjos não vos poderiam absolver. Um sacerdote, por mais simples que seja, pode. Pode dizer-vos: "Vai em paz, eu te perdôo" ".

"De que vos serviria uma casa cheia de ouro, se não tivésseis ninguém para vos abrir a porta? O sacerdote tem a chave dos tesouros celestiais: é ele que abre a porta".

"Deixai uma paróquia vinte anos sem padre: ali se adorarão os animais".

"Quando se quer destruir a religião, começa-se por atacar o sacerdote".

"O sacerdote não é sacerdote para ele mesmo. Não dá a absolvição a si próprio, não administra a si próprio os sacramentos. Não está para ele, está para vós".

"O sacerdote deve estar tão constantemente envolvido no Espírito Santo como está na sua batina".

"Vede o poder do sacerdote? A língua do sacerdote faz, de um pedaço de pão, Deus! É infinitamente mais do que criar o mundo".





Fonte:
://www.saopiov.org/2009/01/frases-do-cura-dars.html

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011



O que temer? Nada.
A quem temer? Ninguém.
Por que? Porque aqueles que se unem a Deus obtém três grandes previlégios: onipotência sem poder; embriaguez, sem vinho e vida sem morte.
                                        São Francisco de Assis.